CONTATOS IMEDIATOS DE SEGUNDO GRAU
(parte 4). À meia noite e quinze o policial Fowler ainda recebeu outro telefonema, desta feita de um homem que fazia a ligação de uma cabine telefônica próxima a Whitharral. Este observador relatou seu encontro com o objeto estranho num ponto situado a cerca de nove milhas ao norte de Lewelland. Novamente, o objeto brilhante estava pousado numa estrada secundária e a medida que o carro se aproximava, as luzes extinguiram-se e o motor parou de funcionar. Pouco depois, o objeto ascendia verticalmente, muito depressa e, ao alcançar cerca de 300 pés, suas luzes apagaram-se e ele desapareceu do campo visual. A esta altura, as luzes do carro tornaram a acender e o carro foi posto em movimento sem a menor dificuldade. Neste ponto, o policial Fowler tinha, finalmente, percebido que alguma coisa fora do normal estava acontecendo. Notificou o xerife e seus colegas de plantão e saiu com alguns deles para investigar. Dois deles avistaram luzes fortes, vistas por alguns segundos apenas, mas não tiveram nenhum encontro que parasse os carros.
Escrito por marevolti às 16h43
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CONTATOS IMEDIATOS DE SEGUNDO GRAU
(PARTE 3). Poucos instantes depois, o policial Fowler recebeu outro telefonema, de outro morador de Whitharral. Convidado, dirigiu-se até a delegacia e declarou que tinha deparado com um objeto pousado na estrada e quando se aproximou o motor do carro afogou e os faróis extinguiram-se. Porém, assim que o objeto partiu, poucos instantes depois, tudo voltou à normalidade. Mas as coisas não pararam por aí. Segundo um depoimento assinado, à meia noite e cinco daquela noite de sábado em novembro, um calouro da Universidade Texas Tech, de dezenove anos, dirigindo seu carro a cerca de 9 milhas a leste de Levelland, notou que o motor começava a falhar, o amperímetro no painel passou para a marcação de descarregado, depois voltou ao normal e o motor começou a cuspir como se estivesse sem gasolina. O carro acabou parando e os faróis diminuiram, extinguindo-se em seguida. Intrigado com o desenrolar dos acontecimentos, saiu do carro e deu uma olhada no motor, mas não encontrou nada errado. Ao fechar o capô, virou-se e, então percebeu pela primeira vez um objeto de formato oval, chato na parte inferior, pousado mais a frente na estrada. Avaliou que devia ter cerca de 125 pés de comprimento e iluminava sob uma luz verde-azulada. Declarou que o objeto parecia ser de um material parecido com o alumínio, mas sem marcas ou outros detalhes a mostra. Amedontrado, voltou ao carro e tentou desesperadamente, mas em vão, colocar o motor em movimento. Conformado, sentou-se e observou o objeto pousado na estrada dem diante dele durante vários minutos, desejando que aparecesse um outro carro por ali. Mas isto não aconteceu. Finalmente, o OVNI ergueu-se no ar "quase que reto" e desapareceu num lapso de segundo. Logo depois, o carro voltou a funcionar totalmente. Prossegue o depoimento : "então voltei para casa muito devagarinho e não comentei com ninguém o avistamento que tive até que meus pais voltaram para casa, após terem passado fora o fim de semana, por medo de zombaria pública. Eles convenceram-me a relatar isto e assim procedí, diante do xerife, por volta de uma e trinta de domingo, 3 de novembro".
Escrito por marevolti às 18h07
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CONTATOS IMEDIATOS DE SEGUNDO GRAU
(PARTE 2). Mas, uma hora depois, Powler recebeu um outro telefonema, desta feita de Mr. W. de Whitharral. Fowler ficou sabendo que ele (Mr. W.) estava dirigindo seu carro a quatro milhas leste de Levelland quando encontrou um objeto profusamente iluminado, com o formato de um ovo, com uns 200 pés de comprimento, pousado bem no meio da pista. À medida que Mr. W. se aproximava, o motor afogou e os faróis apagaram-se. Segundo o observador, o objeto estava iluminado como uma imensa luz de neon e envolvia a área inteirinha com um clarão fortíssimo. O observador decidiu saltar do carro, mas quando assim agiu, o objeto ergueu-se e, a uma altitude de cerca de 200 pés, a luz do OVNI ou seu clarão desapareceu por completo. Em seguida. Mr. W. declarou não ter tido a menor dificuldade para girar o motor do carro.
Escrito por marevolti às 16h36
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CONTATOS IMEDIATOS DE SEGUNDO GRAU
(PARTE 1). Na noite ded 2 de novembro de 1957, por volta das onze horas, o patrulheiro A.J.FOWLER, policial de serviço em Levelland, no Texas, recebeu o primeiro de vários telefonemas estranhamente semelhantes. O primeiro foi dado por Pedro Saucedo, que, com o colega Joe Salaz, andava de carro quatro milhas oeste fora de Levelland, quando um objeto brilhantemente iluminado, com formato de um torpedo aproximou-se rapidamente do automóvel. Fowler escutou Saucedo aterrorizado, relatar a incrível história de como enquanto o objeto passava próximo em cima do carro, os faróis se apagaram e o motor morreu. Uma cópia autenticada da declaração de Saucedo diz: "a quem possa interessar: no dia 2 de novembro de 1957, viajava rumo noroeste pela estrada 116 no meu automóvel. Mais ou menos a quatro milhas de distância de Levelland, vi uma chama enorme à minha direita e à frente...Julguei que fosse um raio. Mas quando este objeto chegou aonde me encontrava foi diferente, pois desligou o motor e os faróis do meu automóvel. Então parei, saltei e dei uma olhada, mas ele era tão rápido e estava tão quente que fui obrigado a me atirar no chão. Ele também tinha cores - amarelo, branco - e tinha a aparência de um torpedo, com uns 200 pés de comprimento e deslocando a uma velocidade compreendida entre 600 e 800 milhas." Segundo o relato, assim que o OVNI se afastou os faróis tornaram a funcionar por si mesmos e Saucedo achou que o carro pegou com facilidade. Os dois homens rumaram para Whiteface, a dez milhas oeste de Levelland e, de uma cabine telefônica, ligaram para o policial Fowler.
Escrito por marevolti às 16h14
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CONTATOS IMEDIATOS DE PRIMEIRO GRAU (1)
Este avistamento de OVNI aconteceu no Canadá e foi presenciado por um astrônomo profissional e seu irmão. "Percorremos as estradas rurais até que ficamos a cerca de 100 jardas do objeto. Este estava pairando acima de uma árvore imensa, que se encontrava isolada no centro de um campo cultivado. O objeto apareceu sob um formato circular e era, portanto, presumívelmente um esferóide. Tinha uma luminosidade intensa de encontro ao céu escuro que lhe servia de fundo. O objeto parecia estar observando a árvore de bem próximo. Circundou os galhos superiores, variando entre 15 a 30 metros do solo, passando diante da árvore, para em seguida ficar totalmente visível através dos galhos ao passar novamente por trás da árvore. Ele prosseguiu nessa observação aparente da árvore por diversos minutos enquanto nós olhávamos. Depois, ansiosos para bater uma fotografia, pulamos a cerca e lentamente fomos nos encaminhando para a árvore virada para o oeste. Ainda não tínhamos andado mais de três metros quande ele "apercebeu-se" de nós e, silenciosamente, acelerando numa velocidade altíssima, rumou quase diretamente para o sul, desaparecendo na linha do horizonte." (J. Allen Hynek)
Escrito por marevolti às 15h45
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